Frase da semana

newspaperluz

“As pessoas estão se acostumando a ter tudo na internet sem pagar nada. Isso vai ter que mudar. Nós temos que deixar o Google roubar nossos direitos autorais?”

Em uma declaração vista desde contraditória a desesperada, Rupert Murdoch, diretor geral da NewsCorp, que, entre outros, administra o jornal Wall Street Journal e a MySpace, esquentou, nesta semana, o clima para o Encontro da Associação Americana de Jornais.

Na terça-feira que vem, Eric Schmidt, diretor executivo da Google, participará pela primeira vez do evento. Sua apresentação é bem aguardada, já que, em geral, os jornais sempre trataram o Google como um inimigo, bicho-papão de seu conteúdo e tráfego.

Crédito da foto: Wichary

3 respostas a “Frase da semana”

  1. Sem querer parecer muito anarquista, mas acho q é tarde de mais…

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  2. Um tanto quanto alarmista, por tanto desprezível. Esses caras atrasados não fazem idéia de como ganhar dinheiro na internet e ficam de #mimimi.

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  3. Se a mídia vendida, que dubla estupida e dissimuladamente até a série Star Trek, e agora desinforma e desorienta e formata os guris até nos gibis, a Natureza prepara o Google como simples evolução sequenta à Internet. Graças ao Google as pessoas têm acesso a frases que reportam o Brio Civil do Ser Humano; porque agora o que está em questão é a preservação da nossa espécie e a continuação da civilização humana, que não se subverterá à covardia dos insanos que espremem os povos em escravidão irrefreada. O Google se tornou um recurso que faz juz à sapiência e ousadia humana em prosseguir sua História.

    Na Amazônia … “Tem hora que penso que vou morrer de tanto calor” (nordestina apontando o solo estorricado). Sobre a cena gravada pelo Fantástico é feita uma projeção do deserto por TODO NORTE NORDESTE. 1 Trilhão pra Banqueiros. A Terra geme. O bafo do fantoche risonho escracha a “pinta” da “cara” sacralizada pela Teo-Pulhítica. A Fuça ufanada ri e ri; rouba dos pobres pra dar pros ricos. A violência insuflada mantém cercados os jovens e apavora a Sociedade jogando jovens contra jovens, jovens contra adultos, pele contra pele, com mil pulhices todo dia reforçadas; e a Sociedade volta-se contra si mesma.

    Passe-nos Sua (consciência) Vida, Entregue-nos (o controle de) seu dinheiro.

    Instados a todo momento pela rebeldia social em iminência de transformação, em abandono dum “formato” arcaico, nocivo, os reinadores do Sistema (repetidamente destruidor, como toda a história humana comprova) se viram ante a INUTILIDADE de suas fantasias inventadas, que foram impostas forçosamente até nós (desde que o ser humano depois de instituir-se em polis implantou o vírus da mentira, logo que o método de troca genuinamente mérito-capitalista moldou por comodidade a moeda, o dinheiro), desde que calcaram as mordomias e parasitismo por séculos, com insanas guerras, por gana em submissão psicológica e gana em nosso dinheiro (em nossos méritos).

    Quando a claridade campeã da civilidade humana despontou irrompendo vividamente nos anos 80, os parasitas de nossa espécie saíram de suas tocas enrustidas disseminando uma nova cruzada de mentiras, assassinatos, e perseguições, insuflando insanas violências, separando pessoas de seus afetos, e amizades genuínas; disseminando o ódio social, e fazendo-se “importantes” com seus fajutos arremedos plagiados de “pop-stars”.

    Os canalhas e seus asseclas postados em cargos usurpados dependurando-se em interesses e favores viscosos como o silvo peguento de suas línguas podres, dissimuladas, e aduladoras tomaram à sorrelfa a Sociedade, e distraíram-nos, disfarçando o Terror que nos impunham com um mêdo inventado por eles mesmos para nos ludibriarem com o volume verminoso do coacervado de “marrentos” e “nojentos” que espalharam por nossas cidades (que misturaram em nossos esportes, enfiaram em nossas escolas, acabaram com nossos clubes, mancharam nossas músicas, amordaçaram nossa imprensa) para nos vigiarem, cercando-nos em uma imensa senzala-mista.

    Usaram todos os impensáveis subterfúgios e canais para nos submeter à escravidão social em mega escala, e com o “formato” de “protetores” de famílias fizeram-nos endossar com nossos próprios pés e mãos suas poses de tuteladores de nossas vidas.

    Como? Como fizeram isso?!

    Pediam-nos a alma (significado conceitual primitivo desse termo: virgem ingenuidade), e viram que já não nos dispúnhamos mais a nos enganar por esse engodo; então, como aventurávamos rumo à nossa liberdade psicológica, impuseram o em(bush)te de vigiadores de nossa segurança, e prenderam, e tomaram não mais apenas nossas “almas” (nossa ingenuidade civil), mas nosso dinheiro na nossa cara, e “formataram” o cárcere mercantil. Tomaram-se de “donos” de nosso viver, de nossas alegrias, de nossa liberdade, de nossos sentimentos, de nossos conceitos, de nossos princípios, destroçaram nossos escrúpulos (com todas as armas que puderam dispor), disseram-nos por fim, sem a mínima cerimônia, deslavadamente, na nossa face lívida e estupefacta: “Entregue-nos sua consciência, passe-nos seu dinheiro”.

    Tomaram à força nossa livre mentalidade; e disseram: “É nosso tudo que produzem, é nosso o seu dinheiro, suas competências e seus valores).

    Nesse instantezinho se mostra o último estertor da avidez dos canalhas; não se dão conta do verdadeiro poder civil de nossa civilização; que nunca submeteu seu valor a nenhuma sordidez insana de nenhuma confraria, por mais soberba, “tremenda”, “abençoada”, “gamada”, “santificada”, covarde que fosse.

    A plena sabedoria pondera … mais que um Exército, a consonância com a Natureza é suficiente para deflagar o insubmetível brio civil, e irromper sobre tudo isso … o brio humano está tinindo em defesa da preservação da Vida e da Terra.

    É hora do DESENLACE.

    Haddammann Veron Sinn-Klyss

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