
Ontem, acompanhei a final do 3º Prêmio GV – Intel, que busca eleger os melhores projetos/planos de negócios de jovens empreendedores brasileiros na área de tecnologia.
Foram mais de 260 inscrições na premiação, que é resultado de uma parceria da Fundação Getúlio Vargas com a fabricante de processadores Intel.
Na final, estiverem presentes representantes da companhia e de diversas empresas internacionais de Venture Capital. Os vídeos do evento estão aqui.
O prêmio é um bom termômetro de como anda o “mercado de idéias”. Pelo que percebi, em sua maioria, os projetos finalistas envolveram produção ecológica, uso de produtos sustentáveis e das chamadas “tecnologias verdes“.
O projeto vencedor, o Cedro, trabalha justamente com essas questões. Foi elaborado por Eduardo Medeiros e Bruno Araujo, do Senac SP, que, em novembro, embarcam para os EUA, mais especificamente na Universidade de Berkeley, para representar o Brasil em âmbito mundial.
Nesta terça-feira, eles receberam um prêmio no valor de R$ 40.000.
O Cedro é um projeto focado na produção de instrumentos musicais – guitarras, baixos, violões – ecologicamentes responsáveis. As cordas dos instrumentos, por exemplo, usam uma nova tecnologia, são revestidas de plástico PET.
No vídeo abaixo, logo após receber a premiação, conversei com o Bruno, que rapidamente falou sobre empreendedorismo e a cultura do “faça você mesmo”, que está mais latente hoje em dia.
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