Casamento feliz entre Facebook e NYTimes

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Integração com a Facebook começou em 2007

Pelo visto, o The New York Times vem acertando a receita no casamento com a Facebook. O jornal vem conquistando resultados positivos na integração com a rede social.

Um tipo de integração que é desastrosa para a maioria dos jornais que, no final das contas, não conseguem um posicionamento relevante dentro de uma rede social.

Essa integração do NYTimes com a Facebook foge da tradicional estratégia de simplesmente montar uma comunidade do jornal dentro da rede social.

Ela acontece por duas vias. Uma por meio da publicações de jogos – newsgames e testes online – dentro da rede social. A outra é por meio da criação de perfis e páginas dedicadas a cada jornalista, onde você pode seguir e se “tornar fã” de cada um.

É um pouco dentro daquela idéia de seguir pessoas. No caso, você segue o seu jornalista preferido do NYTimes, conversa com ele, manda sugestões e fica sabendo quando ele publica algo no jornal independentemente da editoria ou do formato – um post, uma matéria. Você segue o jornalista, a pessoa, e não simplesmente o veículo. É diferente.

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Lifestream: siga aquele repórter!

Aliás, acho que os sites de jornais deveriam fornecer um feed RSS de cada repórter. Pelo menos, daqueles repórteres especiais que sempre assinam matérias.

Mas voltando ao NYTimes. Em entrevista ao site de mídias digitais Poynter, Stacy Green, diretora de relações públicas do jornal, conta o efeito desse posicionamento dentro da rede social. Segundo ela, está sendo positivo.

O site do jornal ganhou um aumento no tráfego vindo da Facebook, a comunidade do NYTimes já conta com 12 mil pessoas e o conteúdo do jornal está conseguindo uma boa distribuição dentro da rede social.

A estratégia deve continuar.

Foto de Jcmaco

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Mesmo com a web, as pessoas ainda se informam pelas mesmas fontes

8 respostas a “Casamento feliz entre Facebook e NYTimes”

  1. I just stopped by your blog and thought I would say hello. I like your site design. Looking forward to reading more down the road.

    Robert Michel

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  2. […] com o impresso? Será que joguinhos e entretenimento serão a grande tendência do online? As empresas jornalísticas que ficarem de fora das redes sociais terão condições de sobreviver? A discussão de como a mídia irá lidar com essas ferramentas, e também com as participações […]

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  3. Achei interessante essa união, o nosso velho orkutão só fez inserir notícias que tenham tags ligadas as comunidades.
    Gostei dessa de seguir jornalistas, e é impressionante o quanto “a melhor profissão do mundo”, como disse Gabriel García Márquez, está se renovando. 🙂

    E muitos decretaram o fim dela…

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  4. […] Quem também aceitou o desafio foi Gabriela Zago, que traz uma série de questões bem legais para serem discutidas neste sábado no post Conversando sobre Jornalismo e Novas Mídias escrito em parceria com Gilberto Consoni: 1-Será que o Twitter poderá acabar com o impresso? 2-Será que joguinhos e entretenimento serão a grande tendência do online? 3- As empresas jornalísticas que ficarem de fora das redes sociais terão condições de sobreviver? […]

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  5. […] nisso, o jornal de Murdoch quer bater de frente com o NYTimes. Recentemente, o jornal anunciou os resultados positivos que vem obtendo em utilizar a […]

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  6. OOooiii,
    Adorei o blog!
    Ei, visita a gente também:

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    Lá tem coisas que são uma gracinha! Vale a pena conferir!

    Beijos

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