Sony quer uma indústria de games menos machista?

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Elas jogam, mas ainda não desenvolvem games

De forma até que discreta, a Sony lançou o G.I.R.L. [Gamers In Real Life], um programa que busca fornecer incentivos a meninas que queiram seguir carreira na área de desenvolvimento de games. A iniciativa não é à toa.

Li no site da CNN sobre uma pesquisa da The Entertainment Software Association que indica – 38% dos gamers são mulheres. Elas passam 7 horas em média por semana jogando games e têm preferência para jogar no PC e no Nintendo DS. Nada de Wii. Jogos preferidos? Casuais, MMOG e, particularmente, o The Sims, claro.

Números animadores, mas a indústria de games ainda é coisa para macho. As mulheres marcam uma presença de apenas 12% na produção de games. Cenário que, devido a programas como o G.I.R.L., deve mudar em breve.

Foto de IanSamuel

Uma resposta a “Sony quer uma indústria de games menos machista?”

  1. The Sims nunca será surpresa porque é brincar de casinha virtual. É o mesmo que o Enduro era para os homens na época do Atari.
    Quem estiver interessado, acho que ainda tem uma vaga na FinalBoss, empresa de games no Rio de Janeiro.

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