Google Zeitgeist é aquela lista de termos mais buscados que a empresa de busca divulga todo final de ano. Muito longe de ser uma simples lista de final de ano, o Google Zeitgeist serve de parâmetro para saber tendências – quais assuntos foram mais comentados no ano, estão começando a gerar interesse ou começaram a ser esquecidos.
John Battelle, autor do livro A Busca, um dos primeiros sobre a Google, chama a lista de “Base de Dados de Intenções”. Lá estão evidentes desejos, necessidades, vontades e preferências que podem ser descobertas, citadas, arquivadas, seguidas e exploradas.
A novidade é que o site do jornal britânico Guardian lançou um “zeitgeist”, o Guardian Zeitgeist. Não de termos mais buscados, mas de notícias que mais chamam a atenção – recebem links de outros sites, são compartilhadas em redes sociais, tem mais comentários e tempo de leitura.
Tipo de ferramenta que será bem útil internamente para os editores, para se guiar/pautar pelos assuntos. Servir de termômetro. Ser mais preciso na escolha de pautas. É diferente do ranking de “notícias mais lidas”, que muitas vezes leva em conta apenas a quantidade de cliques.
Porém, como quase tudo que parece genial, a ideia não é nova. O site Newsmap já faz isso há um tempo e com uma quantidade bem maior de fontes, não apenas o conteúdo do Guardian.
O tamanho da fonte indica o quanto o assunto está chamando a atenção e sendo comentado na web e, da mesma forma que a ferramenta do Guardian, as cores indicam a editoria da notícia. Inclusive, o Newsmap conta com uma versão somente com o noticiário brasileiro.
É o “Zeitgeist dos sites brasileiros de notícias”.
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