
Atualmente não dá para ser candidato à presidência dos EUA sem falar sobre tecnologia e web. Todos os candidatos têm em sua agenda uma visita marcada ao GooglePlex, a sede da Google na Califórnia.
Empresas de mídia, por sua vez, correm atrás para marcar presença em redes sociais, hoje centros dos debates sobre as eleições. A emissora de TV ABCnews, por exemplo, lançou uma aplicação para a Facebook.
No começo, fiquei com um pé atrás com essa nova aplicação. Ainda mais sabendo que a comunidade que mais cresce na Facebook é uma com fotos de universitárias bêbadas em festas. Ou seja, o pessoal lá não deve estar muito a fim de discutir política.
Mas me enganei. A aplicação é popular. Alguns debates chegam a ter mais de 3 mil participantes. Semelhante ao Twitter, existe uma função em que você pode seguir os repórteres da ABCNews que estão cobrindo as eleições. Você pode enviar mensagens direto para eles.

Mas o uso também está se tornando outro. Está virando uma espécie de voyeurismo de jornalistas. Dá para acompanhar os bastidores das reportagens por meio de fotos e mensagens pessoais que os repórteres postam em seus perfis. Ou seja, o “bacana” é saber o que cada repórter está fazendo.
A idéia é que a aplicação/comunidade seja um hub de informação antes e após os debates presidenciais na TV.
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