
“O principal é que não há continuidade. As pessoas passam de um equipamento para o outro sem ter tempo de verdade para se integrar e conectar a ele”.
O antropólogo francês Clotaire Rapaille comenta em entrevista à revista Send, lançada nesta semana, sobre o quanto os aparelhos de celular têm tanta funções que é impossível dominá-lo por completo durante seu tempo de vida útil.
Foto do Flickr do Editor
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